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Onboarding

Este é o ponto de partida para entender como a rica organiza o trabalho do profissional. O vídeo percorre o ambiente de consultoria de ponta a ponta: da preparação dos catálogos ao acompanhamento contínuo do cliente.

O conteúdo abaixo é a transcrição integral adaptada do encontro: as repetições e interrupções da conversa foram removidas, mas todos os conceitos, demonstrações, perguntas e decisões relevantes foram preservados. Os tempos indicam onde cada capítulo começa no vídeo.

Capítulos

  1. Acesso e mapa da plataforma — 00:00
  2. Configure a base da consultoria — 01:32
  3. Do lead ao primeiro atendimento — 09:40
  4. Estrutura, Hub e dados financeiros — 12:20
  5. Objetivos, realizações e processos — 18:48
  6. Metas, ciclos e acompanhamento — 23:00
  7. Agentes e operação em escala — 31:18
  8. MCP e trabalho com inteligência artificial — 42:36
  9. As três leituras do planejamento — 51:50
  10. Simulações e experiência do cliente — 59:50

1. Acesso e mapa da plataforma — 00:00

O acesso pode ser feito com Passkey ou com a conta usada no Facebook, Google, Apple ou Microsoft. O ponto essencial é entrar com o mesmo email associado à assinatura. Depois da autenticação, a rica identifica o tipo de usuário e abre o ambiente correspondente.

Para o profissional, a navegação começa no Nexo e se distribui em três frentes:

  • Nexo: relacionamento com contatos, leads e clientes;
  • Feed: consultas, calculadoras, simulações, backtests e outras ferramentas de apoio;
  • Estúdio: atendimento e planejamento de uma estrutura específica.

O menu também reúne Consultoria, Office e Configurações. Office atende operações com parceiros, equipes ou outros planejadores. Configurações guarda a base metodológica que será reaproveitada nos clientes. O cliente entra pelo mesmo acesso, mas vê uma experiência própria e bem mais simples.

Antes de cadastrar clientes, comece por Configurações. Essa preparação evita reconstruir categorias, agrupamentos e regras em cada novo atendimento.

2. Configure a base da consultoria — 01:32

Categorias e caixas

Uma categoria representa a finalidade reconhecível de um lançamento: supermercado, padaria, academia, restaurante, assinatura ou investimento, por exemplo. A caixa agrupa categorias em uma leitura mais ampla, como alimentação, gastos fixos, gastos variáveis ou impostos.

Essa separação mantém a rica flexível. Um profissional pode preferir a caixa Alimentação; outro pode colocar as mesmas categorias em Gastos variáveis. A nomenclatura deve acompanhar a metodologia do planejador e a forma como o cliente entende o próprio dinheiro.

Cada categoria pode receber conceitos que ajudam a categorização automática. Na categoria Academia, por exemplo, podem aparecer musculação, pilates, crossfit, personal trainer e uma instrução específica: “Pix enviado para Sheila, personal trainer”. Quando essa transação surgir, a rica terá contexto para classificá-la corretamente.

O mesmo lançamento também recebe um tipo:

  • Entrada: dinheiro que entra;
  • Saída: dinheiro que sai;
  • Circular: movimentação que não deve alterar o balanço novamente, como o pagamento de uma fatura cujas compras já foram registradas.

Categoria e tipo respondem a perguntas diferentes. A categoria explica a finalidade; o tipo define o efeito financeiro.

Templates

A configuração segue uma hierarquia reutilizável:

  1. categorias formam caixas;
  2. caixas formam templates.

Um template combina diretamente as caixas necessárias para iniciar um tipo de cliente, como solteiro, família, autônomo, médico ou pessoal + PJ.

O template cria um ponto de partida, não uma trava. Depois de aplicá-lo, caixas e categorias podem ser ajustadas exclusivamente para um cliente sem alterar o catálogo da consultoria. Para preparar muitos itens de uma vez, use a importação de templates por Excel. O modelo pode ser preenchido manualmente ou com auxílio de uma IA.

Entrevistas e estratégias

Uma entrevista é uma coleção de perguntas criada pelo profissional. A rica gera um link para o cliente responder e mantém o resultado associado à estrutura. O mesmo mecanismo pode apoiar diagnóstico, levantamento inicial, suitability e aceite de documentos.

As estratégias registram a distribuição que o profissional considera adequada para cada perfil. A rica não impõe uma definição única de conservador, moderado ou arrojado: o planejador cadastra sua própria leitura e a adapta quando aplica a estratégia a um cliente.

CNAE e MCC como contexto

Os dados de Open Finance podem trazer o MCC do estabelecimento e informações ligadas ao CNAE. Isso ajuda a entender uma compra mesmo quando o nome exibido no extrato não revela a atividade da empresa. Um estabelecimento com nome jurídico pouco claro pode ser reconhecido como açougue, academia ou restaurante por esses códigos.

Os catálogos nativos já trazem parte desses conceitos. Nos itens criados pelo profissional, a rica pode ajudar a sugeri-los. O objetivo de toda essa preparação é melhorar a categorização e reduzir correções repetitivas.

3. Do lead ao primeiro atendimento — 09:40

Um cliente começa no Nexo como lead. Cadastre nome, WhatsApp e email; use a referência apenas quando precisar registrar a origem do contato. O lead pode avançar por um Kanban que representa o processo comercial da consultoria.

Quando houver fechamento, envie o convite e escolha:

  • a oferta, que representa o serviço contratado;
  • o template, que define a estrutura inicial do atendimento.

As ofertas são organizadas em Configurações → Marketplace → Portfólio. Mesmo quando a cobrança acontece por outro canal, registrá-las ajuda a manter os produtos da consultoria claros e prepara a operação para escala. O Marketplace pode apoiar a gestão da cobrança recorrente; Office acrescenta recursos para operações com mais profissionais.

Depois da ativação, o contato aparece em Nexo → Clientes e pode ser aberto no Estúdio. O passo a passo detalhado está em Cadastre o primeiro cliente.

4. Estrutura, Hub e dados financeiros — 12:20

A estrutura representa o núcleo financeiro

Na rica, a unidade contratada é uma estrutura. Ela pode representar uma pessoa, um casal, uma família ou outro núcleo financeiro e comportar várias pessoas.

Cada pessoa pode ter um ou mais projetos. Os projetos existem quando é útil separar contextos, como vida pessoal e empresa. Se essa divisão não trouxer valor, use apenas o projeto padrão. Dentro da estrutura também ficam:

  • caixas e categorias específicas do cliente;
  • documentos e identidades, como CPF e CNPJ;
  • anexos;
  • entrevistas respondidas;
  • relações entre pessoas, projetos e contas.

As identidades ajudam a reconhecer transferências internas. Um envio para o CNPJ da própria pessoa, por exemplo, pode receber tratamento diferente de uma despesa externa.

Conecte a assistente e as fontes de dados

Se a mensagem inicial não chegou, abra Preferências → Integrações e conecte a assistente ao WhatsApp cadastrado. A partir dessa conversa, o cliente pode lançar movimentações, fazer perguntas e iniciar conexões de Open Finance.

O Hub concentra as fontes financeiras:

  • contas correntes;
  • cartões de crédito;
  • investimentos vindos do Open Finance;
  • posições autorizadas pela B3;
  • contratos de crédito, como financiamento e cheque especial.

Conta e cartão aparecem separadamente. B3 e Open Finance são fontes complementares: uma pode preencher o que a outra não entrega. A conferência completa está em Conecte e confira o Open Finance.

Lançamentos, importação e conferência

Todos esses dados chegam a Estúdio → Lançamentos. A tela permite filtrar por pessoa, projeto, conta, período, origem, categoria e outras dimensões. Também é possível:

  • importar extratos para quem não usa Open Finance;
  • comparar uma importação com os dados recebidos pela integração;
  • exportar os lançamentos para análise externa;
  • corrigir categoria ou tipo quando necessário.

A rica combina os regimes de caixa e competência. No regime de caixa, cada parcela aparece no mês em que será paga. No regime de competência, uma compra parcelada pode ser analisada integralmente no mês em que foi feita. Escolha a leitura de acordo com a pergunta que deseja responder.

5. Objetivos, realizações e processos — 18:48

O planejamento separa duas coisas: a vida que já está acontecendo e aquilo que o cliente quer construir. A renda, a família e os gastos podem mudar, mas o histórico do desejo original deve permanecer visível.

A modelagem usa três níveis:

  1. Objetivo: o que o cliente quer conquistar;
  2. Realização ou resultado: a condição concreta que mostra que uma parte do objetivo foi alcançada;
  3. Processo: o que precisa acontecer ao longo do tempo para produzir a realização.

Exemplo de aposentadoria

O objetivo é a aposentadoria. A realização é receber uma renda passiva mensal de determinado valor entre a data de aposentadoria e o horizonte de vida planejado. O processo é acumular o capital necessário com aportes recorrentes.

Se o cliente já possui patrimônio, registre o saldo inicial: o aporte necessário é recalculado. Se a vida mudar, processos e valores podem ser revistos sem apagar o objetivo original.

Exemplo de viagem

Uma viagem pode ser dividida em realizações menores: passagens, hospedagem, alimentação e aluguel de carro. Em vez de informar apenas que o cliente percorreu 2% de um objetivo distante, a rica pode mostrar que ele já acumulou 80% do valor do aluguel do carro.

Essas microconquistas tornam a evolução mais concreta. A tela foi desenhada para ser preenchida durante a conversa com o cliente, transformando a reunião em planejamento estruturado sem depender de anotações paralelas.

6. Metas, ciclos e acompanhamento — 23:00

O processo define o esforço necessário; as metas organizam de onde o dinheiro virá e como será usado. Um processo de aporte mensal pode depender tanto de uma meta de investimento quanto de limites em alimentação, lazer ou outras caixas.

Cada meta pode definir:

  • entrada, saída, investimento ou outra finalidade;
  • valor e recorrência;
  • pessoas e caixas consideradas;
  • período de início e fim;
  • regras de transporte de sobra ou excesso entre ciclos;
  • notificações por faixa de progresso;
  • avisos baseados no que ainda não aconteceu.

Notificações e avisos são complementares

As notificações reagem ao progresso. É possível, por exemplo, enviar mensagens enquanto a meta avança de 0% a 80% e limitar a quantidade de contatos depois que ela entra em uma faixa crítica.

Os avisos observam ausência de ação, prazo ou ritmo. Se faltarem três dias para terminar o ciclo e o aporte estiver abaixo do esperado, a rica pode enviar WhatsApp, email ou push. A tolerância e a quantidade de comunicações são configuráveis para evitar excesso.

Orçamento e ciclos

O orçamento consolida todas as metas. Uma meta mensal de R$ 500 durante vinte meses representa R$ 10 mil programados. O ciclo mostra a fatia atual dessa programação e pode ser diário, semanal, quinzenal, mensal, bimestral ou outro período adequado.

Nos gráficos:

  • a curva de referência representa o planejado;
  • o histórico mostra o comportamento real;
  • a projeção estima a continuidade do padrão observado.

A diferença entre o planejado e o previsto mostra onde a meta precisa ser revisada ou onde existe valor livre. O comportamento também alimenta a avaliação do cliente e ajuda o profissional a perceber queda de ritmo, mudanças de hábito ou falhas de categorização antes do encerramento do plano.

Essa leitura é viva: ao ajustar uma meta, os ciclos e as projeções são recalculados. Sobra e excesso podem ou não ser transportados para o período seguinte, conforme a regra escolhida pelo profissional.

7. Agentes e operação em escala — 31:18

O acompanhamento é o ponto em que a rica deixa de ser apenas uma base de dados e passa a agir. Um agente combina:

  • gatilho: mensagem do cliente, novo lançamento, novo ativo na B3 ou no Open Finance, meta atingida ou horário programado;
  • instrução: o que deve ser analisado;
  • ferramentas: consultar dados, categorizar, avaliar metas e enviar comunicações;
  • escopo: o cliente ou conjunto de informações que o agente pode acessar.

Um exemplo demonstrado observa compras em marketplaces, como Amazon ou Mercado Livre, onde a descrição costuma ser insuficiente. O agente entra na conversa, pede contexto e reforça a categorização. Outro exemplo avisa quando o cliente compra Bitcoin ou relaciona uma movimentação à meta que mais precisa de atenção.

O profissional acompanha o histórico de conversa de cada pessoa e vê quando um agente participou. Surgiu também a necessidade de um catálogo de agentes, para reaproveitar um agente validado em vários clientes e incluí-lo futuramente nos templates da consultoria.

Comece pelo essencial

A plataforma atende metodologias diferentes e, por isso, oferece muitas possibilidades. Isso não significa que todas precisem ser usadas no primeiro atendimento. Se um recurso não fizer sentido para sua entrega, deixe-o de lado e avance com o básico bem configurado.

A recomendação prática do encontro foi experimentar primeiro com a própria estrutura ou com alguém próximo, aprender durante o uso e levar dúvidas ao grupo. O produto evolui a partir dos casos reais trazidos pelos profissionais; nessa fase, feedbacks de operação e sugestões de simplificação são especialmente importantes.

Canais e escala

O WhatsApp é o canal principal da experiência do cliente. O push depende do aplicativo instalado e autenticado; no momento apresentado no vídeo, ele estava disponível no iOS, com expansão para Android prevista depois da consolidação da experiência.

A infraestrutura é elástica e aumenta capacidade de acordo com o volume. O objetivo de escala da rica não é apenas reunir mais profissionais, mas ajudar cada profissional a atender mais clientes sem perder qualidade e proximidade.

O encontro também antecipou uma visão patrimonial integrada: ativos financeiros e não financeiros, passivos, imóveis, veículos, investimentos e pessoas da família compondo a curva da vida do cliente. Essa área continuaria sendo aprofundada nos encontros seguintes.

8. MCP e trabalho com inteligência artificial — 42:36

O MCP Pro permite trabalhar com os dados autorizados da rica a partir de uma IA compatível, como o Claude demonstrado no encontro. A IA passa a usar ferramentas da rica sem exigir que o profissional percorra cada tela manualmente.

O fluxo de conexão é:

  1. abrir os conectores da IA;
  2. adicionar o endereço MCP indicado na documentação da rica;
  3. autenticar com o email da conta profissional;
  4. revisar e conceder as permissões solicitadas;
  5. testar uma consulta antes de liberar ações de escrita.

Leitura e escrita possuem permissões próprias. Atualmente, a escrita real do MCP Pro está limitada à manutenção de categorias, conceitos e caixas dos clientes e de categorias, conceitos, caixas e templates do catálogo da consultoria. As demais ações de escrita listadas pelo conector continuam em preparação e retornam sem executar a mudança. A autenticação foi ajustada para permanecer conectada por mais tempo, reduzindo pedidos repetidos de login.

Depois de conectado, cada capacidade da rica aparece como uma ferramenta. O profissional pode trabalhar um cliente individualmente ou consultar a carteira inteira. Exemplos discutidos:

  • listar os clientes com maior gasto na semana;
  • identificar quem está mais distante das metas ou com avaliação mais baixa;
  • localizar anuidades de cartão e outros custos recorrentes;
  • calcular gasto médio com combustível e avaliar oportunidades de benefício;
  • cruzar uma notícia de mercado com os clientes expostos aos ativos relacionados;
  • preparar relatórios e comunicações personalizadas;
  • programar agentes para analisar a carteira de madrugada e montar a agenda do dia;
  • usar dados da rica junto com email, calendário e outros conectores da IA.

O cliente também pode conectar a própria IA usando o login associado ao email cadastrado pelo profissional, sempre dentro do escopo autorizado. Veja a visão atualizada em MCP Cliente.

9. As três leituras do planejamento — 51:50

Uma pergunta do encontro foi: “onde vejo o custo médio e o orçamento completo do cliente?”. A resposta exige distinguir três leituras.

Programação: quem o cliente quer ser

Programação consolida as metas futuras. Ela mostra tudo que foi desenhado para entrar, sair, ser investido ou provisionado. O ideal de orçamento zero significa que todo dinheiro esperado recebe uma finalidade.

É a visão de orçamento: salário, gastos, investimentos e demais metas ao longo do tempo. Quando uma nova meta é criada, como um aporte mensal para aposentadoria, a programação é atualizada imediatamente.

Distribuição: como o dinheiro se organiza

Distribuição agrupa o que aconteceu pelas caixas definidas pelo profissional: gastos fixos, variáveis, educação, investimentos ou qualquer outra organização adotada na consultoria.

Ela permite ver sazonalidade anual, histórico universal e comparações parciais entre caixas em diferentes períodos. É uma leitura mais alta, semelhante a centros de custo.

Categorização: para onde o dinheiro foi

Categorização desce ao nível da finalidade concreta: assinatura, restaurante, combustível, academia, supermercado e assim por diante. Mostra o comportamento real reconhecido nos lançamentos.

Em resumo:

  • categorização descreve quem o cliente é hoje, pelo que aconteceu;
  • distribuição explica como ele organiza o dinheiro, pela metodologia aplicada;
  • programação registra quem ele quer se tornar, com base em objetivos e metas.

Automatize intervenções

Se uma meta de investimento previa R$ 7 mil e só R$ 5 mil foram aportados, o acompanhamento pode acontecer por agente ou por aviso. O aviso pode observar prazo restante, percentual concluído ou ritmo acumulado e enviar a comunicação sem depender de conferência manual do profissional.

10. Simulações e experiência do cliente — 59:50

Objetivos, realizações e processos registram o que o cliente contou. As metas representam as decisões do profissional para transformar essa história em ação. Ao longo do relacionamento, algumas metas terminam, outras começam e algumas continuam por muitos anos.

Lembretes podem ser enviados ao cliente, ao planejador ou aos dois. Eles podem durar vários anos e incluir desde um aporte recorrente até uma mensagem de aniversário. Também foi sugerido incorporar lembretes recorrentes aos templates para que todo novo cliente comece com uma base pronta.

Teste decisões antes de comprometer o orçamento

A programação permite simular uma compra ou projeto. No vídeo, foram criados exemplos de máquina de lavar e viagem. Ao adicionar as parcelas, a curva futura mostra se o compromisso cabe junto de todas as outras metas existentes.

Essa é a diferença entre olhar passado e futuro:

  • distribuição e categorização mostram o que aconteceu;
  • programação mostra o que acontecerá se o plano for seguido;
  • simulação testa como uma decisão nova altera esse futuro.

A experiência do cliente é intencionalmente simples

O profissional “pilota o avião” e, por isso, precisa de mais controles. O cliente deve apenas acompanhar a viagem. Ele entra no mesmo endereço usando o email cadastrado no lead, mas vê uma interface reduzida com:

  • objetivos;
  • metas;
  • quanto pode gastar;
  • quanto precisa investir;
  • quanto já avançou e quanto falta.

Se quiser aprofundar, o cliente pode abrir os últimos lançamentos, corrigir uma categoria ou consultar os próprios dados pela IA conectada ao MCP. A próxima etapa do onboarding é experimentar essa visão com a própria estrutura.

Próximos passos

  1. Conclua Acesso e ativação, caso ainda não tenha entrado na conta profissional.
  2. Revise as configurações da consultoria.
  3. Cadastre o primeiro cliente — você pode começar pela própria estrutura.
  4. Conecte as fontes financeiras e faça a conferência do Open Finance.
  5. Explore objetivos, metas e ciclos, agentes e MCP Pro.

Ao testar, registre a tela e envie print, áudio ou vídeo pelo canal de suporte sempre que surgir uma dúvida ou sugestão. A documentação aprofunda cada área mostrada neste onboarding e acompanha a evolução da plataforma.